Mostrando postagens com marcador Sanidade Comportamental. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sanidade Comportamental. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Cabeça de Melão


Aceitamos as primeiras impressões como se fossem verdades dogmáticas. A conseqüência é que repetimos um monte de baboseira que escutamos por aí sem o menor senso crítico. Mais ainda quando o que ouvimos é proferido por alguém com um título qualquer, que confere uma aparente respeitabilidade e credibilidade. Cuidado minha gente, o perigo ronda a palavra dos experts.

Hoje, por exemplo, li que crianças com QI alto tendem a ser vegetarianas na vida adulta, segundo o Epidemiology Resource Centre of the University of Southampton. O estudo da universidade americana acompanhou 8.200 homens e mulheres em torno dos 30 anos, que tiveram seus QIs testados aos dez anos de idade e sugere que, à medida que as crianças crescem e seu QI se eleva, o paladar para a carne diminui. Segundo os pesquisadores, isso pode dar pistas sobre a relação entre inteligência e melhor saúde – o risco de doenças cardiovasculares diminui, assim como o nível de colesterol e a obesidade.

Nossa! Então comer carne é sinal de pouca inteligência?!? Parece que sim, isto é, se pra começar, você acredita que 8,200 pessoas compõem amostra significativa da espécie humana, que os diferentes tipos de inteligência podem ser apurados por testes de QI e que o Epidemiology Resource Centre of the University of Southampton é um centro respeitável e sério. Viu como é simples questionar um pouco o que você anda lendo?

terça-feira, 24 de abril de 2007

Liquidação de Pré-venda


É impressionante! Ou pelo menos eu acho. O sétimo e último livro da saga de Harry Portter será lançado, em língua inglesa, no próximo dia 21 de julho, porém muitos fãs já fizeram suas encomendas. Até aí nada de mais. Mas a pré-venda foi tão boa, tão boa que agora já tem desconto. É isso mesmo, o livro nem saiu das prensas e já está em liquidação. É coisa de doido ou não é?

Nó da gravata


Nos último dias, graças as peripécias de um certo rabino, a gravata figurou no noticiário nacional. Particularmente, acho a gravata uma estranha no ninho da indumentária masculina. Explico: se extra-terrestres visitassem a terra, a gravata seria a única peça do guarda-roupa masculino que poderia se passar por acessório feminino, tal a quantidade e a variedade de gravatas disponíveis. Diferente de tudo que compõe o universo de vestimenta dos homens (neste caso me refiro ao gênero e não à espécie), existe uma enorme variedade de estampas para gravatas. Além desta variedade, os homens também se deparam com diversas possibilidade de nós de gravatas a serem combinados de acordo com formato das golas de camisas e dos pescoços que as preenchem. Pra que tanta variedade? Isso é coisa de mulher. E convenhamos, esse negócio de dar nó em volta do pescoço é coisa de gente masoquista ou sádica.

Contudo, apesar de toda a variedade de estampas e das preciosas dicas de adequação dos nós, tem dia em que simplesmente nada dá certo nesta estreita faixa de corpo que vai do pescoço a cintura. E depois de quatro ou cinco tentativas o jeito é mandar tudo pro inferno, fazer cara de quem não tem espelho em casa e aceitar o nó torto e o comprimento curto da gravata. Ninguém vai acreditar que depois de anos usando essa p... deu branco total e você simplesmente não consegue ajeitar essa coisa!